terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Desapego
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Minha Mãe e o vento
6 comentários:
- Perante a porcaria que aqui às vezes se nos atravessa no caminho,da forma mais ignóbil,os poemas da Fátima, como os da Graça, acabam por constituír um bálsamo para não desistir...Responder
- Acabo do levar para mostrar aos meus amigos. Posso colocar devidamente identificado no meu facebook?Responder
- Da minha parte sem problemas!
quinta-feira, 17 de março de 2016
Quem saberá?
A vida se esvaíndo pouco a pouco.
7 comentários:
- Bem construído e muito sentimental. Contudo, é preciso que estes momentos, na vida qualquer um, sejam muito passageiros. Parabéns!Responder
- Enquanto há vida há esperança(lugar comum)... A vida só é dura para quem é mole(outro)...Responder
- "Quando me falam disso, digo sempre que não tenho medo da morte, mas, se calhar, quando chegar a "horinha" vai ser uma vergonha!" Álvaro Siza Vieira.
sábado, 5 de dezembro de 2015
Alienação
És a medonha
trivialidade.
Da vida retiraste a profundez
Gastas o tempo,
estranhas a lucidez
que insiste em procurar-te a toda a hora
Tens medo do silêncio
e da magia do eu
e pouca ou nenhuma sensatez.
Envolves-te no ruído,
dos templos de perdição.
Enganas o coração
na luxuria dos panos em que te envolves.
Acorda enquanto podes,
olha em redor.
Percebe que é breve a vida e sem sabor
enquanto insistires nesse louco acontecer.
5 comentários:
- Como nos dá a ler, por curiosidade que espero não leve a mal, e o "alvo" do poema é leitor deste blogue?Responder
- Não conheço as pessoas que colaboram no blog; mesmo que conhecesse nunca o usaria para mandar recados a ninguém. Se prestou atenção ao que está escrito todos nós somos um pouco ou conhecemos alguém que se encaixará na descrição. Trata-se pois de uma constatação e reflexão num formato que pretende ser poesia. Fique bem.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Na minha escuridão...
Não sei se vejo
e o que vejo
nego...
Não sei se vivo
porque viver
me doí.
Ando
e do caminho
não fica a memória
Vazia e sem alma
é como me sinto...
no meu universo.
Publicação original 09/04/2015
O colo de Deus...
Dali, eu via o mundo Saltava pelas montanhas Lutava com gigantes e os vencia... Pendurado nas estrelas o meu baloiço voava. Ali, nesse c...
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Dali, eu via o mundo Saltava pelas montanhas Lutava com gigantes e os vencia... Pendurado nas estrelas o meu baloiço voava. Ali, nesse c...
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Já sei como se chega à madrugada sem passar pela noite adormecida mergulhar na imensidão salgada sem pisar a areia entristecida. ...
Poema duma profundidade amorosa caldeada pelo desencanto. A Florbela Espanca não fez melhor. Parabéns pela capacidade genial de o construir.
ResponderSempre generoso nas suas avaliações. Obrigada
ResponderEliminarFlorbela Espanca, como gosto da sua triste poesia.
O amigo Tapadinhas não exagerou. Também adorei. Excelente. Parabéns!
ResponderObrigada
ResponderEliminarFátima.... Uau! Que força apaixonada! Muito belo e intenso. Parabéns.
ResponderObrigada. São delírios... sem cura!